Há filmes que nos sacodem a alma.
Não estando contentes com isso, agarram-na e mantêm-na sob um trance inexplicável rosnando-lhe qualquer coisa como : "quieta".
As almas não papam trances e dessa forma, fogem. Saltam para o fim da prateleira do supermercado, como se para além de espírito fossem também lata de atum. Lançam-se em voo de um terceiro andar, convictas de que o trance, só é admissível no Tuatara.
No entanto, de vez em quando, rendem-se. Dão parte fraca. Expõem-se. Não querendo saber se as almas choram ou se estar agarrado à almofada com um fio de ranho a escorrer até ao queixo é coisa de almas menores. Simplesmente, não lhes interessa.
Com "The Fountain" de Darren Aronofsky, as almas atiram-se para o chão, rebolam e acreditam na imortalidade.
Não só na sua própria imortalidade, mas também na das ligações que estabelecemos ao longo da vida. Na Ligação. Aquela. The One.
Porque essa, is the one that pull us through time.
P.S. Vou ver este filme outra vez? Vou pois.
segunda-feira, 15 de Junho de 2009
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4 momentos da verdade:
Amigo, fui a aparição numero 20.000! Aqui não se dão prendinhas, han?
Olá Rui, fiquei contente por te encontrar aqui neste ''mundo''.
não sabia que escrevas,assim,tão bem. e senti-me bem por descobri-lo. queria te mandar um grande beijinho e dzier-te que apartir d'agora nao mes escapas, ahah.
Este teu blog... É muito negro... Personifica toda a escuridão... Parece que entramos noutra dimensão... onde tudo é escuro... estamos desamparados no meio do vazio... vemos a luz ao fundo mas está inalcançavel... mas não ligamos... sentimo-nos bem neste vazio... adoro este sentimento... continua com o bom trabalho... Abraços... E algum problema visita o meu blog desabafoscomochino.blogspot.com , em anonimo se quiseres... algum problema penetrado nessa tua mente pelo qual desejas expelir, obter uma explicação enfim... simplesmente fala comigo... poderei ter a solução...
review: por muito que tente adivinhar ainda só consegui dar um sentido à bolhinha actimel do sr. mas no geral é um bom filme. faz-nos pensar.
e já agora, Kafka à Beira Mar - muito bom.
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