Meu blog, sinto que fiz contigo aquilo que algumas famílias fazem com os seus animais de estimação nas férias, abandonei-te.
Não pode ser. Estás com um ar subnutrido ou subpostado.
Prometo-te: daqui para a frente, tudo será diferente.
quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Angels in America
Uma das muitas falhas que precisava desesperadamente de ser colmatada. Na minha opinião, Angels in America é brilhante.
"The great Work has begun".
sábado, 24 de Outubro de 2009
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
terça-feira, 4 de Agosto de 2009
O Keith Richards foi concebido em Águeda
O meu destino é igual a uma sandes de atum. Daquelas que já vêm embaladas em vácuo e que temos que deixar respirar para não saberem a fábrica.
Quer isto dizer, que existe uma fábrica de destinos. Ainda não fechou, aguenta-se melhor do que a Quimonda. Diz que é um sítio bom para se trabalhar. Talvez não tão aprazível como a Microsoft, mas consta que é simpático.
Ouço dizer que pagam 13ºmês e que dão mais cinco anos de vida aos empregados com mais de vinte anos de serviço e a possibilidade de optar por morrer durante o sono ou esmagado por um reactor extraviado de um qualquer avião de uma qualquer companhia áerea acabada em france.
Neste local, tecem-se linhas da vida. Aliás quem pensa que a tecelagem está out está enganado. A capital da tecelagem de destinos fica perto de Águeda. E é tudo artesanal. O destino é made in Portugal. Quem diria. Exportamos para todo o mundo. Verdadeiramente, todo o mundo. Seis biliões de pessoas recebem os nossos destinos com um laço, um galo de barcelos e sem um talão para troca.
A altura do balancete anual é um pesadelo. Contabilizar os destinos que fecharam e os que começaram dá trabalho. Mas uma qualquer empresa de contabilidade norte-americana ajudará. Paga de forma principesca mas tratará de todos os ordenados, de todas os custos de produção. Já imaginaram o que seria se as Finanças fechassem a fábrica de destinos por fuga ao fisco?
Seria o escândalo! Os novos bebés como é que subsistiriam? Como é que viveriam sem um plano? Sem uma bonita inscrição gravada a pedra num banco subterrâneo de fados?
Agora já percebi porque é que o fado é português. Tudo por causa de Águeda.
Arrisco-me a dizer que os destinos são a verdadeira riqueza portuguesa. Sem dúvida. Esqueçam o vinho do porto.
Nós fiamos. Fiamos e decidimos vidas. Supervisionados por três moiras. De nome grego Cloto, Laquésis e Átropo mas com as alcunhas de Nona, Décima e Morta. Por cá chamam-lhes Sónia Cristina, Simara Raquel e Sandra Sofia.
As bonitas donzelas, num triunvirato que começou na Grécia, mudaram-se para Águeda por altura da guerra do Peliponeso. Pancada não era com elas, para isso criaram Némesis, Erínias e ASAE.
Resumidamente, por lá, dá-se ao pedal e equaciona-se se um senhor no Zimbabué amanhã veste encarnado ou verde. Opta-se entre chumbar ou passar o Juán no exame de condução na Argentina, crava-se em pedra a obsessão do Sean por ovelhas na Nova Zelândia ou decreta-se que Joss Stone, jamais comerá bifinhos de cebolada.
Faz sentido. Claro que faz.
Era ridículo termos que nos preocupar com algum livre arbítrio não era?
Ter parte na escolha. Ir contra a Décima.
Por causa deles as sandes têm vácuo. O carro avaria. Cantam-se as janeiras. Deixamo-nos subjugar. Não há nada a fazer.
Errado.
Eu tiro sempre o tomate da minha sandes. Vem verde muitas vezes.
Quer isto dizer, que existe uma fábrica de destinos. Ainda não fechou, aguenta-se melhor do que a Quimonda. Diz que é um sítio bom para se trabalhar. Talvez não tão aprazível como a Microsoft, mas consta que é simpático.
Ouço dizer que pagam 13ºmês e que dão mais cinco anos de vida aos empregados com mais de vinte anos de serviço e a possibilidade de optar por morrer durante o sono ou esmagado por um reactor extraviado de um qualquer avião de uma qualquer companhia áerea acabada em france.
Neste local, tecem-se linhas da vida. Aliás quem pensa que a tecelagem está out está enganado. A capital da tecelagem de destinos fica perto de Águeda. E é tudo artesanal. O destino é made in Portugal. Quem diria. Exportamos para todo o mundo. Verdadeiramente, todo o mundo. Seis biliões de pessoas recebem os nossos destinos com um laço, um galo de barcelos e sem um talão para troca.
A altura do balancete anual é um pesadelo. Contabilizar os destinos que fecharam e os que começaram dá trabalho. Mas uma qualquer empresa de contabilidade norte-americana ajudará. Paga de forma principesca mas tratará de todos os ordenados, de todas os custos de produção. Já imaginaram o que seria se as Finanças fechassem a fábrica de destinos por fuga ao fisco?
Seria o escândalo! Os novos bebés como é que subsistiriam? Como é que viveriam sem um plano? Sem uma bonita inscrição gravada a pedra num banco subterrâneo de fados?
Agora já percebi porque é que o fado é português. Tudo por causa de Águeda.
Arrisco-me a dizer que os destinos são a verdadeira riqueza portuguesa. Sem dúvida. Esqueçam o vinho do porto.
Nós fiamos. Fiamos e decidimos vidas. Supervisionados por três moiras. De nome grego Cloto, Laquésis e Átropo mas com as alcunhas de Nona, Décima e Morta. Por cá chamam-lhes Sónia Cristina, Simara Raquel e Sandra Sofia.
As bonitas donzelas, num triunvirato que começou na Grécia, mudaram-se para Águeda por altura da guerra do Peliponeso. Pancada não era com elas, para isso criaram Némesis, Erínias e ASAE.
Resumidamente, por lá, dá-se ao pedal e equaciona-se se um senhor no Zimbabué amanhã veste encarnado ou verde. Opta-se entre chumbar ou passar o Juán no exame de condução na Argentina, crava-se em pedra a obsessão do Sean por ovelhas na Nova Zelândia ou decreta-se que Joss Stone, jamais comerá bifinhos de cebolada.
Faz sentido. Claro que faz.
Era ridículo termos que nos preocupar com algum livre arbítrio não era?
Ter parte na escolha. Ir contra a Décima.
Por causa deles as sandes têm vácuo. O carro avaria. Cantam-se as janeiras. Deixamo-nos subjugar. Não há nada a fazer.
Errado.
Eu tiro sempre o tomate da minha sandes. Vem verde muitas vezes.
quinta-feira, 30 de Julho de 2009
Maximum penalty
Estou com algum medo. Há uma parte em mim que ficou estupidamente feliz por ir ter Direito Penal. Ontem, afaguei o Código Penal na Bertrand e soltei uma gargalhada nervosa e contente. Parecia um arrulhar de pomba da paz em ecstasy.
Fujam.
Fujam.
segunda-feira, 13 de Julho de 2009
domingo, 12 de Julho de 2009
Ding Dong
A woman asked her grandmother how her grandfather had died. "He had a heart attack while we were making love one Sunday morning," Granny said. Horrified, the granddaughter told her that two people that old having sex would surely be asking for trouble. "Oh, no," said Granny. "Many years ago we realized that ringing church bells provided the perfect rhythm: in on the ding and out on the dong." She paused, wiped away a tear, and continued, "But then the ice-cream truck came along.
quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Time to man up
Não vejo a linha do horizonte. Sou um bocadinho cego. Não muito, só um bocadinho. Tenho uma dioptria e meia no olho esquerdo e uma dioptria e um quarto no olho direito.
Sou míope.
Podia usar - e uso - isso como desculpa.
Aliás, tenho uma enorme tendência para me desculpar. E não sou só eu (viram como faço isto magistralmente?). Quase toda a gente adora atirar a culpa para cima dos outros. Partilhamos. Tal como acontecia com as seringas no antigo Casal Ventoso.
Mas acho que já chega.
Vou deixar de partilhar seringas porque não gosto de doenças e a grama da desresponsabilização está cara.
Prefiro antes, heroísmo.
Esse sim, vale a pena.
Sou míope.
Podia usar - e uso - isso como desculpa.
Aliás, tenho uma enorme tendência para me desculpar. E não sou só eu (viram como faço isto magistralmente?). Quase toda a gente adora atirar a culpa para cima dos outros. Partilhamos. Tal como acontecia com as seringas no antigo Casal Ventoso.
Mas acho que já chega.
Vou deixar de partilhar seringas porque não gosto de doenças e a grama da desresponsabilização está cara.
Prefiro antes, heroísmo.
Esse sim, vale a pena.
segunda-feira, 15 de Junho de 2009
The Fountain
Há filmes que nos sacodem a alma.
Não estando contentes com isso, agarram-na e mantêm-na sob um trance inexplicável rosnando-lhe qualquer coisa como : "quieta".
As almas não papam trances e dessa forma, fogem. Saltam para o fim da prateleira do supermercado, como se para além de espírito fossem também lata de atum. Lançam-se em voo de um terceiro andar, convictas de que o trance, só é admissível no Tuatara.
No entanto, de vez em quando, rendem-se. Dão parte fraca. Expõem-se. Não querendo saber se as almas choram ou se estar agarrado à almofada com um fio de ranho a escorrer até ao queixo é coisa de almas menores. Simplesmente, não lhes interessa.
Com "The Fountain" de Darren Aronofsky, as almas atiram-se para o chão, rebolam e acreditam na imortalidade.
Não só na sua própria imortalidade, mas também na das ligações que estabelecemos ao longo da vida. Na Ligação. Aquela. The One.
Porque essa, is the one that pull us through time.
P.S. Vou ver este filme outra vez? Vou pois.
Não estando contentes com isso, agarram-na e mantêm-na sob um trance inexplicável rosnando-lhe qualquer coisa como : "quieta".
As almas não papam trances e dessa forma, fogem. Saltam para o fim da prateleira do supermercado, como se para além de espírito fossem também lata de atum. Lançam-se em voo de um terceiro andar, convictas de que o trance, só é admissível no Tuatara.
No entanto, de vez em quando, rendem-se. Dão parte fraca. Expõem-se. Não querendo saber se as almas choram ou se estar agarrado à almofada com um fio de ranho a escorrer até ao queixo é coisa de almas menores. Simplesmente, não lhes interessa.
Com "The Fountain" de Darren Aronofsky, as almas atiram-se para o chão, rebolam e acreditam na imortalidade.
Não só na sua própria imortalidade, mas também na das ligações que estabelecemos ao longo da vida. Na Ligação. Aquela. The One.
Porque essa, is the one that pull us through time.
P.S. Vou ver este filme outra vez? Vou pois.
terça-feira, 9 de Junho de 2009
Pins no more
Não minarei mais. Decidi hoje.
Andava a minar com uma minúcia e dedicação parvas. Como se o chão tivesse que ter obrigatoriamente um explosivo.
Não tem.
E não é por ele antes ter lá estado que tenha forçosamente que continuar a estar.
Vou ser a tua brigada anti-minas. Varrer-te o campo e pôr um cartaz, bem grande, a dizer : "Aqui, já não se rebenta".
Parece quase um desejo inconsciente. Quando tudo corre bem, espetamos um alfinete para ver se é verdade. Em nós, no vizinho do lado, no senhor do talho, no gato.
Andamos por aí a espetar alfinetes, às vezes, incrédulos que seja "isto", finalmente.
Bebemos uns shotezinhos de veneno e somos maus, testando o arcaboiço da nova realidade. A ver se é menina.
Sedentos de um "ah, eu sabia.", vivendo em constante preparação para um "I told you so" saído da boca do nosso melhor amigo, padre ou estranho no metro.
Duvidamos, cientes que estamos a roçar o ridiculo. Mas duvidamos. Dizemos que nos entregamos de corpo e alma mas não nos atiramos.
Expectantes pelo embate da realidade. Um verdadeiro desejo autofágico. "Gosto tanto disto mas vou apedrejá-lo para ver se continua a ser perfeito".
"Ah, ainda guincha a perfeição? Toma lá outra pedrada."
Somos parvos. Aliás, sou parvo. Extremamente, absolutamente, completamente parvo.
As coisas mudam. As pessoas também.
E agora, mudo eu.
O teu campo é o meu campo. Não há mina que me afaste ou doença exótica que me deixe titubeante. Sou teu.
Não quero mais alfinetes cravados no lombo de forma voluntária.
Problematizar é para quem tem macacos na cabeça. Despejei os meus. A crise do subprime toca a todos.
Mas a nós, só quero que toquem sonos telepáticos.
Confio.
This time, for real.
Andava a minar com uma minúcia e dedicação parvas. Como se o chão tivesse que ter obrigatoriamente um explosivo.
Não tem.
E não é por ele antes ter lá estado que tenha forçosamente que continuar a estar.
Vou ser a tua brigada anti-minas. Varrer-te o campo e pôr um cartaz, bem grande, a dizer : "Aqui, já não se rebenta".
Parece quase um desejo inconsciente. Quando tudo corre bem, espetamos um alfinete para ver se é verdade. Em nós, no vizinho do lado, no senhor do talho, no gato.
Andamos por aí a espetar alfinetes, às vezes, incrédulos que seja "isto", finalmente.
Bebemos uns shotezinhos de veneno e somos maus, testando o arcaboiço da nova realidade. A ver se é menina.
Sedentos de um "ah, eu sabia.", vivendo em constante preparação para um "I told you so" saído da boca do nosso melhor amigo, padre ou estranho no metro.
Duvidamos, cientes que estamos a roçar o ridiculo. Mas duvidamos. Dizemos que nos entregamos de corpo e alma mas não nos atiramos.
Expectantes pelo embate da realidade. Um verdadeiro desejo autofágico. "Gosto tanto disto mas vou apedrejá-lo para ver se continua a ser perfeito".
"Ah, ainda guincha a perfeição? Toma lá outra pedrada."
Somos parvos. Aliás, sou parvo. Extremamente, absolutamente, completamente parvo.
As coisas mudam. As pessoas também.
E agora, mudo eu.
O teu campo é o meu campo. Não há mina que me afaste ou doença exótica que me deixe titubeante. Sou teu.
Não quero mais alfinetes cravados no lombo de forma voluntária.
Problematizar é para quem tem macacos na cabeça. Despejei os meus. A crise do subprime toca a todos.
Mas a nós, só quero que toquem sonos telepáticos.
Confio.
This time, for real.
quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Compacto 2
Nos últimos tempos tenho rivalizado com o Circo Chen e tenho andado por Portugal inteiro, feito louco, a dar a conhecer cada uma das vinte e cinco candidatas ao lugar de nova apresentadora do Curto Circuito.
Pelo caminho, apanhei uma gastroentrite de tipo rota-vírus. Razão pela qual me vêem em alguns episódios com um penso gigante no braço (não, não sou heroinado, simplesmente estive duas horas a soro num hospital do Porto).
Foi então de forma estóica que enfrentei várias contrariedades (sendo que a pior foi o inferno e respectivo Satã se terem mudado para dentro da minha barriga) mas sempre com o intuito de invadir sem vergonha alguma, os quartos, lugares preferidos e às vezes até camas de algumas candidatas.
Aqui em baixo, ficam mais nove episódios já emitidos.
Dezoito já passaram a prova de fogo, só faltam sete.
Dia 19 de Junho, saem dez.
Estejam atentos :
10 - Sara Gentil-Homem
11 - Margarida Neuparth
12 - Anaísa Gomes
13 - Sílvia Pereira
14 - Joana Alvarinhas
15 - Diana Bouça-Nova
16 - Vanessa Figueiredo
17 - Marta Rodrigues
18 - Débora Zenha
Pelo caminho, apanhei uma gastroentrite de tipo rota-vírus. Razão pela qual me vêem em alguns episódios com um penso gigante no braço (não, não sou heroinado, simplesmente estive duas horas a soro num hospital do Porto).
Foi então de forma estóica que enfrentei várias contrariedades (sendo que a pior foi o inferno e respectivo Satã se terem mudado para dentro da minha barriga) mas sempre com o intuito de invadir sem vergonha alguma, os quartos, lugares preferidos e às vezes até camas de algumas candidatas.
Aqui em baixo, ficam mais nove episódios já emitidos.
Dezoito já passaram a prova de fogo, só faltam sete.
Dia 19 de Junho, saem dez.
Estejam atentos :
10 - Sara Gentil-Homem
11 - Margarida Neuparth
12 - Anaísa Gomes
13 - Sílvia Pereira
14 - Joana Alvarinhas
15 - Diana Bouça-Nova
16 - Vanessa Figueiredo
17 - Marta Rodrigues
18 - Débora Zenha
terça-feira, 2 de Junho de 2009
terça-feira, 26 de Maio de 2009
He nailed it
"No ill effects". Claro. Em Punjabi, o conceito de "hemorragia interna" não está muito difundido. Depois de malaguetas ao pequeno-almoço quem é que liga a um prego ou outro?
sábado, 23 de Maio de 2009
Compacto
Gosto muito de compactos. E de manga. Embora isso não interesse para nada.
Deixo-vos os links para os cc castings já emitidos :
1- Melissa Real
2- Mafalda Maravilha
3- Rita Salazar
4- Filipa de Curveira
5- Sílvia Mota
6- Sandra Figueiredo
7- Joana Luciano
8- Inês Alves
9- Inês Capelo
Deixo-vos os links para os cc castings já emitidos :
1- Melissa Real
2- Mafalda Maravilha
3- Rita Salazar
4- Filipa de Curveira
5- Sílvia Mota
6- Sandra Figueiredo
7- Joana Luciano
8- Inês Alves
9- Inês Capelo
quarta-feira, 20 de Maio de 2009
domingo, 17 de Maio de 2009
Para sempre
Tenho um problema com o para sempre. Ele não me fez nada - não fiquem já com ideias - mas tenho-lhe algum pó.
Ensinaram-nos desde pequenos a seguir os nossos sonhos. A lutar pelo que queremos. Não podemos ser carneiros mas sim felizes bizontes de alegria e persistência.
Contudo, mesmo sabendo que o racional é o que faz sentido continuamos à procura do para sempre. Do everlasting love de Jamie Cullum. Do everlasting job do Estado Novo. Da everlasting health (sem kryptonite) do Super-Homem.
E todos sabemos que o para sempre não existe.
Esperem, não comecem já a gritar comigo.
Existe se os outros quiserem. "O quê?". Sim, se os outros quiserem.
Qualquer relação só tem uma duração indeterminada se ambos pensarem : "vamos construir qualquer coisa". Se decidirem : "em vez de esperarmos que isto morra, vamos construindo em cima do que sentimos. Todos os dias."
Já dizia Fernando Pessoa "Pedras no caminho? Guardo-as todas. Um dia, vou construir um castelo".
E é isso mesmo, temos que construir castelos.
Não se pode arriscar em "para sempres" se não se acredita num para já com força. Com tenacidade.
Porque a verdade é que as pessoas não devem almejar o para sempre, devem almejar a duração indeterminada. Os iogurtes é que têm datas de expiração.
Para mim o para sempre constrói-se. O para sempre torna-se uma realidade. O resultado lógico da dedicação e do investimento que fizemos.
Das amizades que alimentámos, à evolução profissional pela qual lutámos, passando pelas paixões às quais nos dedicámos.
Continuo a acreditar no para sempre, mas um para sempre realista. Um para sempre sólido, um para sempre com um castelo por detrás.
Há gente que só se entrega quando sabe que vai ser para sempre. Não quer arriscar. Magoar-se numa relação de 5, de 3 ou de 1 ano e meio é na opinião dessa gente "estúpido".
Morrem de medo de sofrer. Mesmo sabendo que vão ficar com isso entalado para o resto da vida.
Se há coisa que arde é um "Se". Ou um "não resolvido".
O problema com essas pessoas é outro. O para sempre nunca há-de existir porque não dão tudo no presente para que esse para sempre exista.
E mesmo que esse "para sempre" não venha a existir com a pessoa que pensam ser "aquela", a questão também é que existe algo para ser vivido. Existem esses anos todos que podem não ser um para sempre, mas que podem ser uma vida ou 3 anos. Cheios de coisas boas, más e coisas transcendentes.
Podem existir décadas de uma relação que nunca teria existido caso não se tivesse tentado. Filhos, empresas e mil outras coisas. Relação essa que não mutou para eterna mas que trouxe uma imensidão de coisas.
Muitas vezes pode até ser mais interessante do que o para sempre. Porque frequentemente, esse "para sempre" não chega, nunca.
O para sempre só chega se lhe fizermos a cama. Se fizermos por isso.
Se o tivermos no canto do olho e se pensarmos : "faço isto agora, porque um dia vou chegar aí". Dou tudo o que tenho agora, para chegar aí. Até podemos nem nunca deixar de o ver pelo canto do olho a vida inteira, mas ao menos sabemos que lutámos por isso, que tentámos.
Eu atiro-me de cabeça.
Não há nada pior do que nos arrependermos de não termos dado tudo.
Não tenho alma de pedreiro mas se tiver alguém que me ajude a carregar os tijolos, até me ponho a construir a terceira ponte sobre o Tejo.
E sem bóias.
Ensinaram-nos desde pequenos a seguir os nossos sonhos. A lutar pelo que queremos. Não podemos ser carneiros mas sim felizes bizontes de alegria e persistência.
Contudo, mesmo sabendo que o racional é o que faz sentido continuamos à procura do para sempre. Do everlasting love de Jamie Cullum. Do everlasting job do Estado Novo. Da everlasting health (sem kryptonite) do Super-Homem.
E todos sabemos que o para sempre não existe.
Esperem, não comecem já a gritar comigo.
Existe se os outros quiserem. "O quê?". Sim, se os outros quiserem.
Qualquer relação só tem uma duração indeterminada se ambos pensarem : "vamos construir qualquer coisa". Se decidirem : "em vez de esperarmos que isto morra, vamos construindo em cima do que sentimos. Todos os dias."
Já dizia Fernando Pessoa "Pedras no caminho? Guardo-as todas. Um dia, vou construir um castelo".
E é isso mesmo, temos que construir castelos.
Não se pode arriscar em "para sempres" se não se acredita num para já com força. Com tenacidade.
Porque a verdade é que as pessoas não devem almejar o para sempre, devem almejar a duração indeterminada. Os iogurtes é que têm datas de expiração.
Para mim o para sempre constrói-se. O para sempre torna-se uma realidade. O resultado lógico da dedicação e do investimento que fizemos.
Das amizades que alimentámos, à evolução profissional pela qual lutámos, passando pelas paixões às quais nos dedicámos.
Continuo a acreditar no para sempre, mas um para sempre realista. Um para sempre sólido, um para sempre com um castelo por detrás.
Há gente que só se entrega quando sabe que vai ser para sempre. Não quer arriscar. Magoar-se numa relação de 5, de 3 ou de 1 ano e meio é na opinião dessa gente "estúpido".
Morrem de medo de sofrer. Mesmo sabendo que vão ficar com isso entalado para o resto da vida.
Se há coisa que arde é um "Se". Ou um "não resolvido".
O problema com essas pessoas é outro. O para sempre nunca há-de existir porque não dão tudo no presente para que esse para sempre exista.
E mesmo que esse "para sempre" não venha a existir com a pessoa que pensam ser "aquela", a questão também é que existe algo para ser vivido. Existem esses anos todos que podem não ser um para sempre, mas que podem ser uma vida ou 3 anos. Cheios de coisas boas, más e coisas transcendentes.
Podem existir décadas de uma relação que nunca teria existido caso não se tivesse tentado. Filhos, empresas e mil outras coisas. Relação essa que não mutou para eterna mas que trouxe uma imensidão de coisas.
Muitas vezes pode até ser mais interessante do que o para sempre. Porque frequentemente, esse "para sempre" não chega, nunca.
O para sempre só chega se lhe fizermos a cama. Se fizermos por isso.
Se o tivermos no canto do olho e se pensarmos : "faço isto agora, porque um dia vou chegar aí". Dou tudo o que tenho agora, para chegar aí. Até podemos nem nunca deixar de o ver pelo canto do olho a vida inteira, mas ao menos sabemos que lutámos por isso, que tentámos.
Eu atiro-me de cabeça.
Não há nada pior do que nos arrependermos de não termos dado tudo.
Não tenho alma de pedreiro mas se tiver alguém que me ajude a carregar os tijolos, até me ponho a construir a terceira ponte sobre o Tejo.
E sem bóias.
CC Casting 2009
Amigos e amigas, desconhecidos e desconhecidas,
O CC Casting está no ar e é nele que se têm que ligar. A odisseia já começou.
Temos vinte e cinco candidatas e já cinco das aspirantes apresentaram o seu primeiro programa.
Mas, como estamos cansados de saber que o que as pessoas querem é bisbilhotar, criámos - tal como em edições anteriores - um programa diário que faz isso mesmo. Dá a conhecer a concorrente de forma bonita e sobretudo sensual (e bisbilhoteira).
Para essa tarefa hercúlea chamaram-me a mim, Ruizinho (conhecido pelo faro apurado) para apresentar o dito show, que tem emissão diária depois do Curto Circuito às 18h30 com uma repetição lindíssima às 14h15.
A partir de hoje, irei pôr alguns vídeos que podem ser vistos no site da SIC Radical aqui no blog para poderem acompanhar de perto a evolução do casting.
Estejam atentos.
O CC Casting está no ar e é nele que se têm que ligar. A odisseia já começou.
Temos vinte e cinco candidatas e já cinco das aspirantes apresentaram o seu primeiro programa.
Mas, como estamos cansados de saber que o que as pessoas querem é bisbilhotar, criámos - tal como em edições anteriores - um programa diário que faz isso mesmo. Dá a conhecer a concorrente de forma bonita e sobretudo sensual (e bisbilhoteira).
Para essa tarefa hercúlea chamaram-me a mim, Ruizinho (conhecido pelo faro apurado) para apresentar o dito show, que tem emissão diária depois do Curto Circuito às 18h30 com uma repetição lindíssima às 14h15.
A partir de hoje, irei pôr alguns vídeos que podem ser vistos no site da SIC Radical aqui no blog para poderem acompanhar de perto a evolução do casting.
Estejam atentos.
quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Do you ? Really ?
Só leio livros que tenham capas com apontamentos verdes para dar com o meu blogue.
It's on
quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Resistance is futile
Infelizmente, adoramos andar de palas nos olhos. Os cavalos - coitados - fazem-no, obrigados. Andam meio cegos, a trote ou a galope para onde lhes mandam. São autênticos escravos da vontade de outros e muitos de nós (senão todos, só que em graus diferentes) vivemos assim, a roçar a cegueira cavalar.
E é triste porque na maior parte das vezes é uma situação voluntária.
Não queremos ver aquilo que é óbvio e por isso, vamos recuando e apalpando, quase utilizando o trajecto mais difícil de uma festa para nos ocuparmos. Tentando ao máximo não sermos notados e conseguindo - inadvertidamente - pisar seis convidados e um gato, só para beber um copo de água ou vermos se o casaco ainda está no mesmo sítio.
Queremos tudo ao mesmo tempo. Queremos ficar com aquilo que está à nossa frente (que vimos porque abrimos um olho e ficámos a salivar) e queremos manter a nossa construção. O mundo perfeito que criámos.
Não queremos ser perturbados, não queremos incomodar a ordem perfeita das coisas. Porque a rotina que apareceu é muito mais apelativa do que a mudança e dessa forma, qualquer coisa que perturbe o cenário que montámos, merece a execução sumária.
O elemento perturbador é, então, o inimigo.
Aparece-nos a insurreição pela qual ansiamos há décadas, mas fugimos e congeminamos estratégias para a destruir. A presença dele é hostil e instiga à cedência, à quase revolução pessoal. E a revolução - como bem sabemos - preferimo-la feita por outros.
Sendo assim, rejeitamo-la e fazemos daquela pessoa, daquela coisa, daquela situação, um monstro.
Entramos em crise, num estado de amor-ódio. Precisando mas entrando em negação. Não podemos querer, não podemos ter, não podemos viver.
Chegam a culpa e auto-flagelação emocional para fazer disto uma autêntica telenovela mexicana.
O querer e o não querer, a maquilhagem pesada, a falta de sincronismo da voz, o "over acting" e o desespero por sabermos que podia ser tão melhor mas a não conseguirmos saltar desse mundo. O mundo em que tudo é ordenado, regido pelos nossos apetites e tão confortável.
Acaba por ser profundamente sufocante. Não passamos de uns cobardes batoteiros, fracos de espírito que não possuem força anímica para tentar. Ou melhor, possuímo-la, mas preferimos alegar quarenta e três desculpas e quinhentas razões para não o fazermos, cansados de saber que o sacrifício seria infímamente menor do que o lucro pós-experiência.
O problema é que é impossível voltarmos àquilo que éramos antes da invasão. Já não somos os mesmos, a nossa vida mudou, envelhecemos. Somos impelidos para a ruptura, quer queiramos, quer não. Ficar igual não é exequível e sermos crianças autistas só torna as coisas mais difíceis.
O processo não vai parar de subir instâncias.
Ninguém está absolutamente preparado. O caminho nunca é totalmente iluminado. Há sempre um ou dois candeeiros fundidos, como numa qualquer estrada nacional, no entanto, essa, continua lá.
Desejando-a ou não, uma vez chegada a mudança, podemos resistir o tempo que quisermos.
Podemos artilhar-nos até aos dentes, tornando-nos todos nós belicismo. Podemos até contratar senhores que cospem fogo, mulheres que dormem com escorpiões ou emissários que não tomam banho desde o tempo de Guterres.
Contudo é inútil, a mudança é invencível.
O baixar dos braços torna-se, assim, inevitável, mesmo que pensemos o contrário.
Acontecerá.
Cedo, ou um bocadinho mais tarde.
Para todos aqueles que se deixam afogar na sua resistência digo-vos:
Deixem-se de merdas e tenham colhões para viver. Ninguém fica sem bateria a meio do caminho.
Resistance is futile.
E é triste porque na maior parte das vezes é uma situação voluntária.
Não queremos ver aquilo que é óbvio e por isso, vamos recuando e apalpando, quase utilizando o trajecto mais difícil de uma festa para nos ocuparmos. Tentando ao máximo não sermos notados e conseguindo - inadvertidamente - pisar seis convidados e um gato, só para beber um copo de água ou vermos se o casaco ainda está no mesmo sítio.
Queremos tudo ao mesmo tempo. Queremos ficar com aquilo que está à nossa frente (que vimos porque abrimos um olho e ficámos a salivar) e queremos manter a nossa construção. O mundo perfeito que criámos.
Não queremos ser perturbados, não queremos incomodar a ordem perfeita das coisas. Porque a rotina que apareceu é muito mais apelativa do que a mudança e dessa forma, qualquer coisa que perturbe o cenário que montámos, merece a execução sumária.
O elemento perturbador é, então, o inimigo.
Aparece-nos a insurreição pela qual ansiamos há décadas, mas fugimos e congeminamos estratégias para a destruir. A presença dele é hostil e instiga à cedência, à quase revolução pessoal. E a revolução - como bem sabemos - preferimo-la feita por outros.
Sendo assim, rejeitamo-la e fazemos daquela pessoa, daquela coisa, daquela situação, um monstro.
Entramos em crise, num estado de amor-ódio. Precisando mas entrando em negação. Não podemos querer, não podemos ter, não podemos viver.
Chegam a culpa e auto-flagelação emocional para fazer disto uma autêntica telenovela mexicana.
O querer e o não querer, a maquilhagem pesada, a falta de sincronismo da voz, o "over acting" e o desespero por sabermos que podia ser tão melhor mas a não conseguirmos saltar desse mundo. O mundo em que tudo é ordenado, regido pelos nossos apetites e tão confortável.
Acaba por ser profundamente sufocante. Não passamos de uns cobardes batoteiros, fracos de espírito que não possuem força anímica para tentar. Ou melhor, possuímo-la, mas preferimos alegar quarenta e três desculpas e quinhentas razões para não o fazermos, cansados de saber que o sacrifício seria infímamente menor do que o lucro pós-experiência.
O problema é que é impossível voltarmos àquilo que éramos antes da invasão. Já não somos os mesmos, a nossa vida mudou, envelhecemos. Somos impelidos para a ruptura, quer queiramos, quer não. Ficar igual não é exequível e sermos crianças autistas só torna as coisas mais difíceis.
O processo não vai parar de subir instâncias.
Ninguém está absolutamente preparado. O caminho nunca é totalmente iluminado. Há sempre um ou dois candeeiros fundidos, como numa qualquer estrada nacional, no entanto, essa, continua lá.
Desejando-a ou não, uma vez chegada a mudança, podemos resistir o tempo que quisermos.
Podemos artilhar-nos até aos dentes, tornando-nos todos nós belicismo. Podemos até contratar senhores que cospem fogo, mulheres que dormem com escorpiões ou emissários que não tomam banho desde o tempo de Guterres.
Contudo é inútil, a mudança é invencível.
O baixar dos braços torna-se, assim, inevitável, mesmo que pensemos o contrário.
Acontecerá.
Cedo, ou um bocadinho mais tarde.
Para todos aqueles que se deixam afogar na sua resistência digo-vos:
Deixem-se de merdas e tenham colhões para viver. Ninguém fica sem bateria a meio do caminho.
Resistance is futile.
quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Amanhã
Vai ser o dia em que me estrearei como maratonista. Implicará suor, ingestão de líquidos e destreza. Muita destreza.
Estarei rodeado de heróis e espero portar-me como um, assim arraçado de Batman.
O homem morcego de certeza que não vai estar disponível para ver, mas espero que vocês estejam.
Amanhã, 6ªfeira, dia 24 de Abril, vejam a partir das 10h até às 20h o "Dia dos Heróis" na SIC, gala conduzida por Rita Ferro Rodrigues que contará com uma pequena ajuda aqui deste pigmeu.
P.S. Vou tentar partir não uma, mas duas pernas.
Estarei rodeado de heróis e espero portar-me como um, assim arraçado de Batman.
O homem morcego de certeza que não vai estar disponível para ver, mas espero que vocês estejam.
Amanhã, 6ªfeira, dia 24 de Abril, vejam a partir das 10h até às 20h o "Dia dos Heróis" na SIC, gala conduzida por Rita Ferro Rodrigues que contará com uma pequena ajuda aqui deste pigmeu.
P.S. Vou tentar partir não uma, mas duas pernas.
quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Geladeira
Preciso Dizer Que Te Amo - Cazuza & Bebel Gilberto
"Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira"
domingo, 19 de Abril de 2009
Estranho e Picturesco #3
- Não se conhece nenhuma doença, nem o cancro, que atinja os tubarões.
- O leite dos cocos ainda verdes pode ser usado como substituto do plasma sanguíneo, mas não existe no mundo qualquer associação de dadores de leite de coco.
- Hipócrates, o pai da medicina, receitava sessões prolongadas de canto em plenos pulmões às senhoras que pretendessem ter os seus seios desenvolvidos.
- A marijuana era usada na China Antiga como remédio comum contra a diarreia.
- Cerca de um quarto da população espirra quando exposta à luz.
- O leite dos cocos ainda verdes pode ser usado como substituto do plasma sanguíneo, mas não existe no mundo qualquer associação de dadores de leite de coco.
- Hipócrates, o pai da medicina, receitava sessões prolongadas de canto em plenos pulmões às senhoras que pretendessem ter os seus seios desenvolvidos.
- A marijuana era usada na China Antiga como remédio comum contra a diarreia.
- Cerca de um quarto da população espirra quando exposta à luz.
94 anos em 38 horas
A dona da loja mais luxuosa do Brasil foi condenada a 94 anos e seis meses de cadeia por crimes de fraude fiscal. Apenas 38 horas depois de ingressar na prisão de Carandiru, a empresária regressou ao seu condomínio de luxo. Por estes dias, no Brasil não se fala noutra coisa.
DN
O resto aqui.
sábado, 18 de Abril de 2009
Kanye West finds Underwater Love
"All those lonely nights at the grocery store, in the frozen aisle feeling like a whore 'cause I wasn't being true and I had to make a switch."
Depois disto, Kanye disse o seguinte :
SOUTH PARK MURDERED ME LAST NIGHT AND IT’S PRETTY FUNNY. IT HURTS MY FEELINGS BUT WHAT CAN YOU EXPECT FROM SOUTH PARK! I ACTUALLY HAVE BEEN WORKING ON MY EGO THOUGH. HAVING THE CRAZY EGO IS PLAYED OUT AT THIS POINT IN MY LIFE AND CAREER. I USE TO USE IT TO BUILD UP MY ESTEEM WHEN NOBODY BELIEVED IN ME. NOW THAT PEOPLE DO BELIEVE AND SUPPORT MY MUSIC AND PRODUCTS THE BEST RESPONSE IS THANK YOU INSTEAD OF “I TOLD YOU SO!!!” IT’S COOL TO TALK SHIT WHEN YOU’RE RAPPING BUT NOT IN REAL LIFE. WHEN YOU MEET LITTLE WAYNE IN PERSON HE’S THE NICEST GUY FOR EXAMPLE. I JUST WANNA BE A DOPER PERSON WHICH STARTS WITH ME NOT ALWAYS TELLING PEOPLE HOW DOPE I THINK I AM. I NEED TO JUST GET PAST MYSELF. DROP THE BRAVADO AND JUST MAKE DOPE PRODUCT. EVERYTHING IS NOT THAT SERIOUS. AS LONG AS PEOPLE THINK I ACT LIKE A BITCH THIS TYPE OF SHIT WILL HAPPEN TO ME. I GOT A LONG ROAD AHEAD OF ME TO MAKE PEOPLE BELIEVE I’M NOT ACTUALLY A HUGE DOUCHE BUT I’M UP FOR THE CHALLENGE. I’M SURE THE WRITERS AT SOUTH PARK ARE REALLY NICE PEOPLE IN REAL LIFE. THANKS FOR TAKING THE TIME TO DRAW MY CREW. THAT WAS PRETTY FUNNY ALSO!! I’M SURE THERE’S GRAMMATICAL ERRORS IN THIS… THAT’SHOW YOU KNOW IT’S ME!
Adoro um bom texto em capslock, isso e comer vidro à colherada.
Crepúsculo
O sangue é uma coisa muito forte, isso já se sabe. O que se sabe também é que os guinchos de centenas de meninas ávidas por um rapaz mais frio do que a Manuela Ferreira Leite são ensurdecedores.
Pediam "dá-me uma trinca" e suspiravam quando o dito rapaz (Edward) aparecia nos ecrãs da fnac do Colombo.
Foi uma experiência que não podia deixar de ser documentada, e por isso mesmo, eu e Joana Azevedo fomos "no" Colombo para testemunhar este autêntico fenómeno de massas.
Apeteceu-nos muito.
Aconteceu assim, o lançamento do DVD de "Crepúsculo".
Parte 1. (Sessão de cinema)
Parte 2. (Lançamento DVD)
Pediam "dá-me uma trinca" e suspiravam quando o dito rapaz (Edward) aparecia nos ecrãs da fnac do Colombo.
Foi uma experiência que não podia deixar de ser documentada, e por isso mesmo, eu e Joana Azevedo fomos "no" Colombo para testemunhar este autêntico fenómeno de massas.
Apeteceu-nos muito.
Aconteceu assim, o lançamento do DVD de "Crepúsculo".
Parte 1. (Sessão de cinema)
Parte 2. (Lançamento DVD)
Eu não queria mas...
alguém tem que informar a Mafalda Veiga de que miar para um microfone está out.
Não sei nada sobre o amor
Comprem. Já está à venda. A minha mãe tem muitos iogurtes no frigorífico para pagar.
quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Adeus
Se eu quiser um corrector ortográfico, pago-lhe. Se quiser vitupérios, arranjo alguém versado nas artes do sado-masoquismo e dirty talk. Se quiser dores de cabeça, tento montar sozinho qualquer coisa comprada no IKEA.
Capisce?
Obrigado pela preferência, FSP ou PF.
Capisce?
Obrigado pela preferência, FSP ou PF.
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